Brincar, brincar…

“Quando entrei na sala de espera e vi o pequeno João a ensinar a mãe a empilhar os cubos e a Inês a convencer o avô a fazer um desenho com ela, compreendi como uma consulta que é, muitas vezes, motivo de apreensão e receio para as crianças se pode tornar afinal uma recordação agradável.
Sem a apelativa televisão, temos por vezes silêncio e calma para deixar que os mais pequenos nos levem consigo para o imaginário infantil onde as pequenas coisas têm por vezes tanto significado.
E, por vezes, poucos minutos de brincadeira podem fazer a diferença… e que sabe um dia se lembrarão da consulta de pediatria e do “bocadinho” que tiveram sem pressa de brincar por brincar!….
Difícil, por vezes, é convence-los a ir embora!”



