Chupeta?… sim ou não?
Que a chupeta não deve ser oferecida ao Recém Nascido enquanto a amamentação não está estabelecida, é do conhecimento da maior parte dos pais e consensual entre os profissionais de saúde.
E depois? Deve ou não oferecer-se a chupeta?
A chupeta serve para suprir a necessidade de sucção do bebé e não para calar ou apaziguar quando tem necessidade de alguma coisa. É portanto, fácil de entender que o período em que é necessária se resume aos primeiros meses de vida, altura em que, segundo alguns estudos, pode também reduzir a síndrome de morte súbita do lactente.
Importante pois, é após este período crítico, desmamar o bebé.
A chupeta pode causar mais tarde deformidade dentária e alguns estudos apontam uma maior ocorrência de otites nas crianças que a usam.
Há uma idade para tudo!
A criança deve ser ajudada a crescer e não ficar “agarrada” a objectos de estádios de desenvolvimento mais precoces.
Devem aprender a cria mecanismos de defesa nas contrariedades e dificuldades diárias sem que necessitem de objectos exteriores para as ultrapassar.
Como em tudo na vida, o bom senso deve imperar e a chupeta deve ser oferecida em situações excepcionais sem ceder a facilitismos.
Crescer não é fácil!!
Os pais têm um papel central nesse processo e o seu apoio é decisivo para que ocorra tranquilamente.
Assim, a chupeta já não será necessária!…





Na consulta dos 12 meses a doutora disse que estava na hora de prender a chucha do Henrique á cama e que só deveria usa-la para dormir , Explicou que nesta fase aínda é facil tirar a chucha , que quanto mais ele a usar mais complicado fica ele deixa-la. Pensei ” bonito, agora como é que acalmo as birras?” . Chegamos a casa e o meu marido foi logo esconder as chuchas que tinhamos espalhadas pela casa. o Henrique bem que as procurava e olhava para nós com uns olhitos a pedir por favor,mas foi só os primeiros dias, agora nem se lembra que ela existe. Quando vai para a cama e encontra a chucha faz uma enorme festa e adormece tranquilo. Afinal foi mais facil do que pensavamos.